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quarta-feira, 20 de junho de 2012


III.
Alguns poucos trocados
É dinheiro velho guardado
Moeda que enferruja na gaveta

Poesia que se guarda
de outros tempos
de outra vida

II.
Bundas,
bundas
 Bundas,

Condição
Sine qua non
Da existência humana

I.
Chega no peremptoriamente e paro.
Respiro fundo e saio da frente do computador

Só vou voltar bem mais tarde

Peremptoriamente,
Peremptoriamente,
Peremptoriamente

Bate na minha cabeça
nas badaladas da manhã

Na balada das palavras
Cujo significado
Eu me furto de conhecer